Arquivo do Autor: Daniel Melo Ribeiro

O Anjo da História

Tese sobre a História número 9, de Walter Benjamin. Há um quadro de Klee que se chama Angelus Novus. Nele está desenhado um anjo que parece estar na iminência de se afastar de algo que ele encara fixamente. Seus olhos … Continue lendo →

Publicado em conhecimento | Deixe um comentário

Mapas medievais

“O mapa compreende qualitativamente o espaço. Ele se funda sobre ideias de hierarquia, de correspondência, de oposição; ele provoca uma leitura tendenciosa – à maneira, diz-se, da heráldica. Ele é assim peregrinação interior. A riqueza da tradição cartográfica medieval não resulta … Continue lendo →

Publicado em conhecimento, mapa, semiotica | Deixe um comentário

Documentos de cultura, documentos de barbárie

PERGUNTAS DE UM OPERÁRIO QUE LÊ Brecht, 1935 Quem construiu a Tebas de sete portas? Nos livros estão nomes de reis: Arrastaram eles os blocos de pedra? E a Babilônia várias vezes destruída Quem a reconstruiu tantas vezes? Em que casas … Continue lendo →

Publicado em comunicação, conhecimento | Deixe um comentário

História de fantasmas

              “Ainda que Benjamin, errante e pobre, tenha pressentido a distância social que o separava do erudito idoso e afortunado [Warburg], ele se reconheceu no pesquisador judeu, isolado, sem cátedra – tendo sido negada … Continue lendo →

Publicado em imagem | Deixe um comentário

Imagem dialética, imagem sobrevivente

“A imagem dialética à qual nos convida Benjamin consiste, antes, em fazer surgirem os momentos inestimáveis que sobrevivem, que resistem a tal organização de valores, fazendo-a explodir em momentos de surpresa. Busquemos, então, as experiências que se transmitem ainda para … Continue lendo →

Publicado em comunicação, conhecimento, imagem, semiotica | Deixe um comentário

Índices e rastros

“Observar um rastro no chão, um bilhete de uma viagem feita no passado, uma fotografia, assim como contemplar um espaço em ruína, pode envolver o esforço de pensar na existência à luz das perdas: são situações em que um fragmento, … Continue lendo →

Publicado em fotografia, pos-modernidade, vida urbana | Deixe um comentário

Uma análise semiótica dos mapas da “Guerra dos Tronos”

Nesta semana, apresentei um artigo no V ComCult, congresso organizado pelos colegas do CISC que ocorreu na Cásper Libero. Vi muitas pesquisas excelentes, pena que não pude acompanhar todo os dias do congresso. Segue o resumo da minha apresentação. O … Continue lendo →

Publicado em comunicação, conhecimento, literatura, mapa, semiotica | Deixe um comentário

O limiar extremo, ou a fronteira da morte

“A última fronteira nesta viagem é uma fronteira real. Regresso a Port Bou, 26 de Setembro de 1940, ao limiar absoluto perante o qual Benjamin, fugitivo a caminho de uma terra americana prometida, mas não verdadeiramente desejada, se viu na … Continue lendo →

Publicado em comunicação, conhecimento, mapa | Deixe um comentário

Iconologia das fronteiras

“As fronteiras, como sabemos, amiúde são separações arbitrárias no ritmo geológico de uma mesma região. Que faz o clandestino quando quer cruzar uma fronteira? Usa um intervalo já existente – uma linha de fratura, uma fenda, um corredor de erosão … Continue lendo →

Publicado em mapa | Deixe um comentário

Le flâneur à Paris

“As ruas são a morada do coletivo. O coletivo é um ser eternamente inquieto, eternamente agitado, que, entre os muros dos prédios, vive, experimenta, reconhece e inventa tanto quanto os indivíduos ao abrigo de suas quatro paredes. Para esse ser … Continue lendo →

Publicado em vida urbana | Deixe um comentário